Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora

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Solenidade de São José

São José

  • 1ª Leitura – (2Sm 7,4-5a.12-14a.16)
  • Salmo – Salmo 88
  • 2ª Leitura – (Rm 4,13.16-18.22)
  • Evangelho – (Mt 1,16.18-21.24a) ou (Lc 2,41-51a)

Nesta quinta-feira, 19/03, celebramos a liturgia da Solenidade de São José, o padroeiro das famílias e Tutor de Jesus Cristo. Por isto, faremos uma pequena pausa na liturgia do Tempo da Quaresma, uma vez que é permitido celebrar festas e solenidades nas férias (dias da semana dos Tempos litúrgicos), mesmo dos tempos especiais da igreja.

Esta solenidade sempre ocorre no Tempo da Quaresma. Quando for um domingo, a liturgia deve ser transferida para a segunda-feira seguinte, pois os domingos da Quaresma não podem ser omitidos. Esta regra é a mesma utilizada no Tempo do Advento, para a Solenidade da Imaculada Conceição.

Outro aspecto de interrupção da austeridade quaresmal é o canto do Hino de Louvor, pois se trata de uma grande Solenidade. Além disso, os paramentos litúrgicos são da cor branca e há 2 leituras, além do salmo e do Evangelho, para o qual há duas opções, a ser escolhida pelo celebrante. Apesar destas mudanças, não se canta o Aleluia na aclamação ao Evangelho, marca fundamental da Quaresma. O Aleluia voltará a ser cantado apenas na Vigília Pascal, marcando o início daquele tempo litúrgico, o Tempo Pascal.

São José

Celebrar São José é celebrar parte do mistério da Encarnação de Jesus, mistério celebrado no Ciclo do Natal. Ainda em março, a igreja celebra outra grande solenidade ligada a este mistério: a Anunciação do Senhor, no dia 25/03.

Justamente após a Anunciação, São José, para quem está prometida Maria em casamento, planeja fugir e abandonar a jovem, de modo a omitir um aparente pecado grave para as mulheres da época: ser mãe solteira. São José sabia muito bem que não poderia ser pai da criança no ventre de Maria, pois não havia mantido relações com ela. O primeiro pensamento que veio foi a traição e a desonra que ele sofrera, pela quebra do acordo.

Em meio ao plano de fuga, o Anjo do Senhor aparece a ele e envia a mensagem, uma vez enviada à Maria. José deve tornar-se o tutor do Filho de Deus, proteger Nossa Senhora e o Menino Jesus, para dar sequência ao plano de salvação da humanidade.

Após toda a narrativa natalina, sabemos o desfecho desta história. José virá a ser o pai adotivo de Cristo, na terra. Ensinar-lhe-á uma profissão e , acima de tudo, dará um aspecto fundamental para a humanidade da Segunda Pessoa da Trindade: ter uma família. Este ponto é o mais importante, pois o Verbo de Deus encarnou-se e quis vivenciar as etapas, por quais todos passamos em nossas vidas. Para isso, precisou de um lar, de uma família, que o acolhesse.

Após as narrativas do Natal, José não é mais mencionado nos Evangelhos Canônicos. Alguns pontos oferecem pistas de que no auge da vida de Cristo, seu ministério, José já estava morto. Por exemplo, quando Jesus oferece sua mãe para ser acolhida por São João Evangelista, durante a Paixão, é possível presumir que Maria precisará dos cuidados de uma nova família.

Alguns textos apócrifos sugerem que José teria morrido em idade muito avançada e que teria trabalhado até os últimos dias de sua vida. O trabalho, aliás, é um dos símbolos deste santo, para o qual existe outra data litúrgica que comemora sua relação nobre com o trabalho: Memória de São José Operário, no dia 1º de Maio.

As missas solenes de São José serão celebradas às 7:00 e às 19:30, nesta quinta-feira, 19/03, na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora.

Por Cantinho da Liturgia – Thiago

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  • 1ª Leitura – (2Sm 7,4-5a.12-14a.16)
  • Salmo – Salmo 88
  • 2ª Leitura – (Rm 4,13.16-18.22)
  • Evangelho – (Mt 1,16.18-21.24a) ou (Lc 2,41-51a)

1ª Leitura

Naqueles dias, 4a Palavra do Senhor foi dirigida a Natã nestes termos: 5a“Vai dizer ao meu servo Davi: ‘Assim fala o Senhor: 12Quando chegar o fim dos teus dias e repousares com teus pais, então, suscitarei, depois de ti, um filho teu, e confirmarei a sua realeza. 13Será ele que construirá uma casa para o meu nome, e eu firmarei para sempre o seu trono real. 14aEu serei para ele um pai e ele será para mim um filho. 16Tua casa e teu reino serão estáveis para sempre diante de mim, e teu trono será firme para sempre’”.

Salmo

— Eis que a sua descendência durará eternamente.

 — Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor, de geração em geração eu cantarei vossa verdade! Porque dissestes: “O amor é garantido para sempre!” E a vossa lealdade é tão firme como os céus.

— “Eu firmei uma Aliança com meu servo, meu eleito, e eu fiz um juramento a Davi, meu servidor. Para sempre, no teu trono, firmarei tua linhagem, de geração em geração garantirei o teu reinado!”

— Ele, então, me invocará: “Ó Senhor, vós sois meu Pai, sois meu Deus, sois meu Rochedo onde encontro a salvação!” Guardarei eternamente para ele a minha graça e com ele firmarei minha Aliança indissolúvel.

2ª Leitura

Irmãos, 13não foi por causa da Lei, mas por causa da justiça que vem da fé que Deus prometeu o mundo como herança a Abraão ou à sua descendência.

16É em virtude da fé que alguém se torna herdeiro. Logo, a condição de herdeiro é uma graça, um dom gratuito, e a promessa de Deus continua valendo para toda a descendência de Abraão, tanto para a descendência que se apega à Lei, quanto para a que se apoia somente na fé de Abraão, que é o pai de todos nós. 17Pois está escrito: “Eu fiz de ti pai de muitos povos”. Ele é pai diante de Deus, porque creu em Deus que vivifica os mortos e faz existir o que antes não existia. 18Contra toda a humana esperança, ele firmou-se na esperança e na fé. Assim, tornou-se pai de muitos povos, conforme lhe fora dito: “Assim será a tua posteridade”. 22Esta sua atitude de fé lhe foi creditada como justiça.

Evangelho 

16Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. 18A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. 19José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria em segredo. 20Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo.21Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”.24aQuando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.

Ou (Escolhe-se um dos Evangelhos)

41Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. 42Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. 43Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. 44Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. 45Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. 46Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. 47Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. 48Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”.

49Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” 50Eles, porém, não compreenderam as Palavras que lhes dissera. 51aJesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente.

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