Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora

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Solenidade da Santíssima Trindade

Trindade

 

  • Solenidade, Cor Branca , Gl, Cr, Prefácio Próprio
  • Ofício Solene próprio
  • Tempo Comum
  • 1ª Leitura – (Dt 4,32-34.39-40)
  • Salmo – Salmo 32
  • 2ª Leitura – (Rm 8,14-17)
  • Evangelho – (Mt 28,16-20)

 

IntroitoBendito seja Deus Pai, bendito o Filho unigênito e bendito o Espírito Santo. Deus foi misericordioso para conosco 

Comunhão: Porque dois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abba, Pai!

A Solenidade da Santíssima Trindade será celebrada no dia 30/05, às 17:00 e no dia 31/05, às 7:00, 8:30, 10:30 e 19:00, na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora.

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A Solenidade da Santíssima Trindade marca nossa reentrada no Tempo Comum deste ano litúrgico. Embora o Tempo Comum tenha reiniciado no dia 25/05, na Segunda-feira da 8ª Semana Comum, hoje celebramos seu primeiro domingo, após o Ciclo da Páscoa (Quaresma e Páscoa).

Esta solenidade, dedicada a Deus em sua união perfeita, possui uma data móvel, isto é, sempre ocorre em um domingo que depende do dia da Páscoa do ano litúrgico em questão, embora já estejamos no Tempo Comum. Esta celebração é uma das 4 Solenidades do Senhor, no Tempo Comum, e uma das 3 solenidades, cujas datas são atreladas ao calendário da Páscoa, uma vez que, nestas celebrações, revivemos os mistérios do Tempo Pascal.

No caso deste domingo, ele sempre ocorrerá na semana seguinte à Pentecostes, último dia da Páscoa. O mistério que celebramos aqui é um prolongamento do que vimos em Pentecostes. A partir daquele momento, a Igreja inicia seu ministério terreno, uma vez que Jesus já havia ascendido aos céus. Nossa fé em Jesus é equivalente a nossa fé no Criador e no Espírito Santo, condutor da Igreja na terra. Por isso, tendo sido reveladas as Pessoas da Trindade, hoje nos aprofundamos neste mistério.

Nesta ocasião, utiliza-se a cor branca. O hino de louvor deve ser entoado solenemente, e canta-se o Aleluia na Aclamação ao Evangelho. Há duas leituras, o Salmo e o Evangelho e um Prefácio Eucarístico Próprio do dia. Dentro do Tempo Comum, este é um dos 4 maiores dias, ao lado de Corpus Christi, Sagrado Coração de Jesus e Cristo Rei. Os dias que precedem estas solenidades são: Natal, Vigília Pascal, Ceia do Senhor, Paixão do Senhor, Epifania do Senhor, Ascensão do Senhor, Pentecostes, domingos do Advento, da Quaresma e da Páscoa.

 

O Mistério de Amor

Esta ocasião, marcando nossa reentrada no Tempo Comum, sugere o fato da existência de Deus, antes de todos os tempos, do espaço e da realidade. O início de tudo, de fato. Cristo Rei celebrará a Parusia, no último domingo comum, relembrando o encerramento dos tempos, quando ocorrer a 2ª vinda de Cristo ao mundo.

Acompanhe, agora, um belíssimo texto (Angelus – 2006) de Bento XVI, sobre o mistério da Trindade.

Queridos irmãos e irmãs

Neste domingo que se segue ao Pentecostes celebramos a solenidade da Santíssima Trindade. Graças ao Espírito Santo, que ajuda a compreender as palavras de Jesus e orienta para a Verdade completa (cf. Jo 14, 26; 16, 13), os fiéis podem conhecer, por assim dizer, a intimidade do próprio Deus, descobrindo que Ele não é solidão infinita, mas comunhão de luz e de amor, vida doada e recebida num eterno diálogo entre o Pai e o Filho, no Espírito Santo Amante, Amado e Amor, para citar Santo Agostinho. Neste mundo, ninguém pode ver Deus, mas foi Ele mesmo quem se fez conhecer a fim de que, com o Apóstolo João, possamos afirmar: “Deus é amor” (1 Jo 4, 8.16), “nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem” (Encíclica Deus caritas est, 1; cf. 1 Jo 4, 16). Quem encontra Cristo e estabelece com Ele um relacionamento de amizade, acolhe a própria Comunhão trinitária na sua alma, segundo a promessa de Jesus aos discípulos: “Se alguém me tem amor, há-de guardar a minha palavra; e o meu Pai o amará e Nós viremos a ele e nele faremos morada” (Jo 14, 23).

Para quem tem fé, todo o universo fala de Deus Uno e Trino. Desde os espaços interestelares até às partículas microscópicas, tudo o que existe remete a um Ser que se comunica na multiplicidade e variedade dos elementos, como numa imensa sinfonia. Todos os seres são ordenados segundo um dinamismo harmonioso que, analogicamente, podemos definir: “amor”. Mas é somente na pessoa humana, livre e racional, que este dinamismo se torna espiritual, se faz amor responsável, como resposta a Deus e ao próximo, num dom sincero de si. Neste amor o ser humano encontra a sua verdade e a sua felicidade. Entre as diferentes analogias do mistério inefável de Deus Uno e Trino, que os fiéis são capazes de entrever, gostaria de citar a da família. Ela é chamada a ser uma comunidade de amor e de vida, em que as diversidades devem concorrer para formar uma “parábola de comunhão”.

Entre todas as criaturas, a obra-prima da Santíssima Trindade é a Virgem Maria: no seu Coração humilde e repleto de fé, Deus preparou para si uma morada digna, para completar o mistério da salvação. O Amor divino encontrou nela uma correspondência perfeita e foi no seu seio que o Filho Unigénito se fez homem. Dirijamo-nos com confiança filial a Maria para que, com a sua ajuda, possamos progredir no amor e fazer da nossa vida um cântico de louvor ao Pai, por meio do Filho no Espírito Santo.

Papa Emérito Bento XVI

Solenidades do Senhor no Tempo Comum

O Tempo Comum é marcado pelo ministério apostólico e o espalhamento dos ensinamentos de Jesus ao mundo, guiados pelo Espírito Santo. Após celebrarmos os grandes ciclos do Natal e da Páscoa, os domingos comuns possuem a maior importância do ano litúrgico, exceto sobre certas ocasiões solenes.

No Tempo Comum, celebramos 4 solenidades do Senhor, que são as datas mais importantes deste período (tanto a primeira parte quanto a segunda parte do Tempo Comum). São elas:

– Solenidade da Santíssima Trindade (data móvel – no domingo seguinte à Pentecostes (Tempo Pascal) )

– Solenidade de Corpus Christi (data móvel – na quinta-feira seguinte à Santíssima Trindade)

– Solenidade do Sagrado Coração de Jesus (data móvel – na sexta-feira da semana seguinte à Corpus Christi)

– Solenidade de Cristo Rei (5 domingos antes do Natal do Senhor  do próximo ano litúrgico)

Ao lado da solenidade da Santíssima Trindade, temos as outras duas celebrações, cujas datas são calculadas pelo dia da Páscoa. São elas: Corpus Christi e Sagrado Coração de Jesus. A última das Solenidades do Senhor é Cristo Rei, que finaliza os domingos do Tempo Comum. Esta solenidade não depende, exclusivamente do dia da Páscoa, mas depende também do dia da semana em que ocorrer o Natal do ano litúrgico seguinte, isto é 25/12/2015.

 Para saber mais sobre o Tempo Comum, suas normas litúrgicas e calendário, clique na imagem:

Ordinary Time

 

Por Thiago Camargo –  Cantinho da Liturgia – Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora

 

 

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  • Solenidade, Cor Branca , Gl, Cr, Prefácio Próprio
  • Ofício Solene próprio
  • Tempo Comum
  • 1ª Leitura – (Dt 4,32-34.39-40)
  • Salmo – Salmo 32
  • 2ª Leitura – (Rm 8,14-17)
  • Evangelho – (Mt 28,16-20)

1ª Leitura

Leitura do Livro do Deuteronômio:

Moisés falou ao povo, dizendo:

32Interroga os tempos antigos que te precederam, desde o dia em que Deus criou o homem sobre a terra, e investiga, de um extremo ao outro dos céus, se houve jamais um acontecimento tão grande ou se ouviu algo semelhante.

33Existe, por ventura, algum povo que tenha ouvido a voz de Deus falando-lhe do meio do fogo, como tu ouviste, e tenha permanecido vivo?

34Ou terá jamais algum Deus vindo escolher para si um povo entre as nações, por meio de provações, de sinais e prodígios, por meio de combates, com mão forte e braço estendido, e por meio de grandes terrores, como tudo o que por ti o Senhor vosso Deus fez no Egito, diante de teus próprios olhos?

39Reconhece, pois, hoje, e grava-o em teu coração, que o Senhor é o Deus lá em cima no céu e cá embaixo na terra, e que não há outro além dele.

40Guarda suas leis e seus mandamentos, que hoje te prescrevo, para que sejas feliz, tu e teus filhos depois de ti, e vivas longos dias sobre a terra que o Senhor teu Deus te vai dar para sempre”.

Salmo Responsorial

— Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança.

 — Reta é a palavra do Senhor,/ e tudo o que ele faz merece fé./ Deus ama o direito e a justiça,/ transborda em toda a terra a sua graça.

— A palavra do Senhor criou os céus,/ e o sopro de seus lábios, as estrelas./ Ele falou e toda a terra foi criada,/ ele ordenou e as coisas todas existiram.

— Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem,/ e que confiam esperando em seu amor,/ para da morte libertar as suas vidas/ e alimentá-los quando é tempo de penúria.

— No Senhor nós esperamos confiantes,/ porque ele é nosso auxílio e proteção!/ Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça,/ da mesma forma que em vós nós esperamos!

2ª Leitura

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos:

Irmãos: 14Todos aqueles que se deixam conduzir pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.

15De fato, vós não recebestes um espírito de escravos, para recairdes no medo, mas recebestes um espírito de filhos adotivos, no qual todos nós clamamos: Abá, ó Pai!

16O próprio Espírito se une ao nosso espírito para nos atestar que somos filhos de Deus.

17E, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e coerdeiros de Cristo; se realmente sofremos com ele, é para sermos também glorificados com ele.

Evangelho

R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.

V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Divino, ao Deus que é, que era e que vem pelos séculos. Amém. R.

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

 Naquele tempo, 16os onze discípulos foram para a Galileia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado.

17Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram.

18Então Jesus aproximou-se e falou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. 19Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, 20e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo”.

 

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