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Sem categoria › 25/05/2016

Papa Francisco: “A oração não é varinha mágica”

piazza-san-pietro-740x493O Papa Francisco, ao final da audiência geral dessa quarta-feira, pediu aos fieis reunidos na Praça de São Pedro para rezarem uma Ave-Maria pela Síria que sofreu vários atentados terroristas na segunda-feira passada.

O pontífice também recordou que hoje se celebra a Jornada Internacional pelas Crianças Desaparecidas. Por isso manifestou o seu desejo de que as autoridades civis e religiosas possam sacudir e sensibilizar as consciências, para evitar a indiferença perante as crianças sozinhas, exploradas e distantes dos seus familiares.

O Santo Padre também recordou que amanhã, quinta-feira, 26 de maio, em Roma se viverá a tradicional procissão do Corpus Domini. Às 19h, na praça de São João de Latrão será celebrada a santa missa, e se adorará ao Santíssimo Sacramento caminhando até a basílica de Santa Maria Maior. Com esta ocasião, o Pontífice convidou aos romanos e peregrinos a participar neste solene ato público de fé e de amor “a Jesus realmente presente na Eucaristia”.

Já na sua catequese de hoje Francisco refletiu na parábola da viúva. Em sua síntese em português disse:

“A parábola da viúva e do juiz iníquo nos ensina a necessidade de rezar sempre, sem cessar. O juiz da parábola, que não temia Deus e era uma pessoa sem escrúpulos, dada a insistência da pobre viúva, que não tinha mais ninguém no mundo, acaba tendo que fazer justiça. Com essa imagem, Jesus ensina que, se até um juiz inescrupuloso se dobrou à insistência da viúva, muito mais fará Deus que não deixará de escutar prontamente as nossas orações. Contudo, o fato de que sempre nos escute na oração, não significa que Deus faça tudo no tempo e no modo que nós gostaríamos. A oração não é uma varinha mágica; ela é uma ajuda para conservar a fé em Deus, confiando n’Ele mesmo quando não compreendemos a sua vontade. De fato, a oração transforma o nosso desejo e o modela segundo a vontade de Deus, seja ela qual for, pois, rezando, aspiramos em primeiro lugar à união com Deus, que é o Amor misericordioso”.

Ao final da catequese o papa saudou os “Queridos peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os fiéis de São Julião da Barra, Nova Oeiras, Lumiar, Pias e os grupos brasileiros, faço votos de que esta romaria possa reforçar em vós a fé em Jesus Cristo, que chama todos os homens e mulheres a fazerem parte da Sua Igreja Santa. Regressai aos vossos lares com a certeza de que a misericórdia de Deus é mais forte que qualquer pecado! Que Deus abençoe a cada um de vós!”

Por Zenit