Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora

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6º Domingo do Páscoa

6º domingo da Páscoa

Instituição do Mandamento do amor, após o Lava-pés

 

  • 1ª Leitura – (At 10,25-26.34-35.44-48)
  • Salmo – Salmo 97
  • 2ª Leitura – (1Jo 4,7-10)
  • Evangelho – (Jo 15,9-17)

 

No 5º Domingo da Páscoa, refletimos sobre a a mensagem que Jesus envia, através da parábola da Videira. Prosseguimos, hoje, com o discurso do último domingo, uma vez que o Evangelho de hoje é continuação do anterior.

Na leitura de hoje, Jesus aprofunda a permanência que devemos ter n’Ele. Agora, esta permanência ocorrerá seguindo o mandamento do amor: “amai-vos uns aos outros, como eu vos amei”.

Todo este capítulo do livro de João ocorre durante a Ceia do Senhor, a qual celebramos na Quinta-feira Santa, durante a Missa Vespertina. Sendo, portanto, uma celebração anterior à grande Vigília Pascal, em que Jesus Ressuscita. Seguindo a mesma ideia explorada na reflexão do 5º Domingo, o motivo pelo qual a Igreja nos propõe estes Evangelhos anteriores à Páscoa, é a realização das promessas e mandamentos de Cristo, após sua gloriosa Ressurreição.

De fato, as promessas que temos de permanecermos unidos ao Cristo, são reais, pois Jesus confirma sua autoridade, através da Páscoa. Do pedido para que amemos nossos irmãos, podemos tirar duas lições importantes. A primeira é a unidade cristã, em torno do único Deus. Ora, sem os laços fraternos, o cristianismo jamais teria se espalhado e chegado até nós. Se os apóstolos e seus discípulos posteriores, não tivessem praticado este mandamento, não teria ocorrido a superação das diferenças, o perdão mútuo e a tolerância. Desunidos, os apóstolos jamais perpetuariam as palavras de Jesus e seu mistério de salvação. Essa mensagem é importante para nós hoje: por que vemos tantas divisões na Igreja? A começar por nossas próprias paróquias e comunidades, nas quais vivenciamos e, muitas vezes, participamos de disputas e deixamos a vaidade conduzir nossos passos. Também questiona-se: por que tantas divisões do cristianismo?

A outra mensagem que tiramos vem do contexto em que estas palavras são ditas: a Ceia do Senhor. Jesus lava os pés de todos os discípulos, humilhando-se, mostrando que este gesto não é negativo, mas a servidão é positiva. Ele inclui o próprio Judas Iscariotes, o qual, horas mais tarde, entregou Jesus para os sacerdotes judeus, a fim de ser condenado.

Estes ensinamentos marcam o fim dos domingos do Tempo Pascal, pois, nas próximas duas semanas, ainda no Tempo Pascal, celebramos as Solenidades da Ascensão de Jesus e de Pentecostes, que encerram este tempo litúrgico.

As missas do 6º Domingo da Páscoa serão celebradas na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, no Sábado, 09/05, às 17:00 e no Domingo, 10/05, Dia das Mães, às 7:00 , 8:30 , 10:30 e 19:00. 

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  • 1ª Leitura – (At 10,25-26.34-35.44-48)
  • Salmo – Salmo 97
  • 2ª Leitura – (1Jo 4,7-10)
  • Evangelho – (Jo 15,9-17)

1ª Leitura

25Quando Pedro estava para entrar em casa, Cornélio saiu-lhe ao encontro, caiu a seus pés e se prostrou. 26Mas Pedro levantou-o, dizendo: “Levanta-te. Eu também sou apenas um homem”.

34Então Pedro tomou a palavra e disse: “De fato, estou compreendendo que Deus não faz distinção entre as pessoas. 35Pelo contrário, ele aceita quem o teme e pratica a justiça, qualquer que seja a nação a que pertença”.

44Pedro estava ainda falando, quando o Espírito Santo desceu sobre todos os que ouviam a palavra.

45Os fiéis de origem judaica, que tinham vindo com Pedro, ficaram admirados de que o dom do Espírito Santo fosse derramado também sobre os pagãos. 46Pois eles os ouviam falar e louvar a grandeza de Deus em línguas estranhas. Então Pedro falou: 47“Podemos, por acaso, negar a água do batismo a estas pessoas que receberam, como nós, o Espírito Santo?”

48E mandou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Eles pediram, então, que Pedro ficasse alguns dias com eles.

Salmo

— O Senhor fez conhecer a salvação/ e revelou sua justiça às nações.

 — Cantai ao Senhor Deus um canto novo,/ porque ele fez prodígios!/ Sua mão e seu braço forte e santo/ alcançaram-lhe a vitória.

— O Senhor fez conhecer a salvação/ e revelou sua justiça às nações.

— O Senhor fez conhecer a salvação,/ e às nações, sua justiça;/ recordou o seu amor sempre fiel/ pela casa de Israel.

— Os confins do universo contemplaram/ a salvação do nosso Deus./ Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira,/ alegrai-vos e exultai!

2ª Leitura

Caríssimos: 7Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. 8Quem não ama, não chegou a conhecer a Deus, pois Deus é amor.

9Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio dele.

10Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados.

Evangelho

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 9“Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 11Eu vos disse isso, para que minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena.

12Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. 13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. 14Vós sois meus amigos, se fizerdes o que vos mando.

15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai.

16Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça. O que então pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá.

17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros”.

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