Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora

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Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Jesus

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  • Solenidade, Cor Branca , Gl, Cr, Prefácio Próprio
  • Ofício Solene próprio
  • Tempo Comum
  • 1ª Leitura – (Gn 14, 18-20)
  • Salmo – Salmo 109
  • 2ª Leitura – (1Cor 1, 23-26)
  • Evangelho – (Lc 9, 11-17)

Introito: O Senhor alimentou seu povo com a flor do trigo e com o mel do rochedo o saciou (S 80,17).

Comunhão: Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele, diz o Senhor (Jo 6,57).

 A Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue do Senhor será celebrada nesta quinta-feira, 26/05, às 8:00 e às 19:30, na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. No início da missa das 8:00 ocorre a procissão. Após cada uma das missas, ocorre a Adoração Eucarística.

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Popularmente conhecida como Corpus Christi, a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Jesus é o dia em que se comemora a Instituição da Santa Eucaristia. Em muitos países de tradição católica, é feriado, por conta da importância desta ocasião, como é o caso do Brasil. É uma das 4 solenidades do Senhor, durante o Tempo Comum (Santíssima Trindade, Corpus Christi, Sagrado Coração e Cristo Rei). Por isso mesmo, por ser uma festa de preceito, participar nesta missa é mais importante que participar, por exemplo, neste domingo, embora ambos sejam indispensáveis. Corpus Christi sempre é celebrado na Quinta-feira posterior ao domingo da Santíssima Trindade.

Neste dia, canta-se o Glória, solenemente, bem como o Aleluia. São lidas duas leituras, um salmo e o Evangelho. A liturgia da palavra varia, de acordo com o ano litúrgico. Os paramentos são da cor branca e é lido o Prefácio da Eucaristia. Apesar de não obrigatório, é comum que seja entoada a Oração do Gradual (Sequência), após a 2ª Leitura. Lembrando que todas as missas do ano possuem uma Sequência para ser lida, porém é optativo que o seja. Exceto no Domingo de Páscoa e no Domingo de Pentecostes, nos quais é obrigatório que seja rezada a Sequência, de preferência cantada.

Recomenda-se a utilização do  turíbulo, pois a incensação é feita nas solenidades mais importantes do ano, imitando a Páscoa e o Natal.

Relação com a Quinta-feira Santa

O dia em que Cristo institui a Eucaristia é a Quinta-feira Santa, em que se comemora a liturgia da Ceia do Senhor, dentro do Tríduo Pascal. Naquela data, também celebramos a instituição do Sacerdócio, comemorada, especialmente, na missa dos Santos Óleos, na manhã da Quinta-feira Santa.

Ainda que seja uma solenidade, a Missa Vespertina da Ceia do Senhor guarda uma certa espera angustiante, pois Jesus será traído, entregue às autoridades, julgado e, finalmente, morto, sendo que celebramos seus últimos momentos com a liturgia da Paixão e Morte do Senhor, na Sexta-feira Santa. Por conta disso, a Missa Vespertina da Ceia do Senhor, a antecipação de sua Paixão e Morte, é celebrada com uma alegria contida, uma solenidade contida, diante da morte. Canta-se o Hino de Louvor, solenemente, mas não se canta o Aleluia, por exemplo, guardado para a Vigília Pascal.

Outro aspecto está relacionado: a Ceia do Senhor nos prepara para os acontecimentos da Páscoa, a maior de nossas liturgias. Por isso, não há alegria maior após o início da Quaresma, que não seja a Vigília Pascal.

 Origem da Celebração

O cônego Tiago Pantaleão recebeu, da freira agostiniana Juliana de Mont Cornillon, a mensagem de que Cristo, através de sonhos, havia pedido que a Igreja dedicasse uma data para celebrar a Eucaristia. Mais tarde Tiago, que se tornara o Papa Urbano IV, instituiu, no ano de 1264, a Festa da Eucarística.

No mesmo ano ocorreria o milagre eucarístico de Bolsena, em que, durante a consagração da Hóstia, ela ficara embebida em sangue humano. O papa mandou, então, que o Bispo da cidade enviasse as relíquias à sua residência.

De qualquer modo, a festa em honra a Eucaristia já era celebrada, por volta de 1230, na Bélgica, inclusive, com uma procissão, como na forma atual. Inicialmente, a procissão, que lembrava a peregrinação do povo judeu pelo deserto, ocorria dentro da Igreja, mas passou a ocorrer pelas ruas da cidade. Esta cultura é preservada até os dias de hoje. A própria Igreja recomenda a realização desta procissão, no entorno das paróquias. No Brasil, por ser feriado nacional, há, em certas cidades, a tradição de decorar as ruas com tapetes enfeitados de símbolos religiosos.

 Por Thiago – Cantinho da Liturgia – Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora

Corpus Christi 2

SOLENIDADES DO SENHOR NO TEMPO COMUM

O Tempo Comum é marcado pelo ministério apostólico e o espalhamento dos ensinamentos de Jesus ao mundo, guiados pelo Espírito Santo. Após celebrarmos os grandes ciclos do Natal e da Páscoa, os domingos comuns possuem a maior importância do ano litúrgico, exceto sobre certas ocasiões solenes.

No Tempo Comum, celebramos 4 solenidades do Senhor, que são as datas mais importantes deste período (tanto a primeira parte quanto a segunda parte do Tempo Comum). São elas:

– Solenidade da Santíssima Trindade (data móvel – no domingo seguinte à Pentecostes (Tempo Pascal) )

– Solenidade de Corpus Christi (data móvel – na quinta-feira seguinte à Santíssima Trindade)

– Solenidade do Sagrado Coração de Jesus (data móvel – na sexta-feira da semana seguinte à Corpus Christi)

– Solenidade de Cristo Rei (5 domingos antes do Natal do Senhor  do próximo ano litúrgico)

Ao lado da solenidade de Corpus Christi, temos as outras duas celebrações, cujas datas são calculadas pelo dia da Páscoa. São elas: Santíssima Trindade (já celebrada, no último domingo, 22/05) e Sagrado Coração de Jesus. A última das Solenidades do Senhor é Cristo Rei, que finaliza os domingos do Tempo Comum. Esta solenidade não depende, exclusivamente do dia da Páscoa, mas depende também do dia da semana em que ocorrer o Natal do ano litúrgico seguinte, isto é 25/12/2016.

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  • Solenidade, Cor Branca , Gl, Cr, Prefácio Próprio
  • Ofício Solene próprio
  • Tempo Comum
  • 1ª Leitura – (Gn 14, 18-20)
  • Salmo – Salmo 109
  • 2ª Leitura – (1Cor 1, 23-26)
  • Evangelho – (Lc 9, 11-17)

1ª Leitura

Leitura do livro do Gênesis.
14 18 Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, mandou trazer pão e vinho,
19 e abençoou Abrão, dizendo: “Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que criou o céu e terra!
20 Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos em tuas mãos!” E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.

 

Salmo

R: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem do rei Melquisedeque!

1. Palavra do Senhor ao meu Senhor:
“Assenta-te ao lado meu direito
até que eu ponha os inimigos teus
como escabelo por debaixo de teus pés!”

2. O Senhor estenderá desde Sião
vosso cetro de poder, pois ele diz:
“Domina com vigor teus inimigos”.

3. “Tu és príncipe desde o dia em que nasceste;
na glória e esplendor da santidade,
como o orvalho, antes da aurora, eu te gerei!”

4. Jurou o Senhor e manterá sua palavra:
“Tu és sacerdote eternamente,
segundo a ordem do rei Melquisedec!”

 

2ª Leitura

Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios.
23 Eu recebi do Senhor o que vos transmiti: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão
24 e, depois de ter dado graças, partiu-o e disse: Isto é o meu corpo, que é entregue por vós; fazei isto em memória de mim.
25 Do mesmo modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de mim.
26 Assim, todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice lembrais a morte do Senhor, até que venha.

 

Evangelho

R. Aleluia, Aleluia, Aleluia

V. Eu sou o pão vivo descido do céu; quem deste pão come, sempre há de viver! (Jo 6,51) R.

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

9 11 Logo que a multidão o soube, o foi seguindo; Jesus recebeu-os e falava-lhes do Reino de Deus. Restabelecia também a saúde dos doentes.
12 Ora, o dia começava a declinar e os Doze foram dizer-lhe: “Despede as turbas, para que vão pelas aldeias e sítios da vizinhança e procurem alimento e hospedagem”, porque aqui estamos num lugar deserto.
13 Jesus replicou-lhes: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Retrucaram eles: “Não temos mais do que cinco pães e dois peixes, a menos que nós mesmos vamos e compremos mantimentos para todo este povo”.
14 (Pois eram quase cinco mil homens.) Jesus disse aos discípulos: Mandai-os sentar, divididos em grupos de cinqüenta.
15 Assim o fizeram e todos se assentaram.
16 Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou-os, partiu-os e deu-os a seus discípulos, para que os servissem ao povo.
17 E todos comeram e ficaram fartos. Do que sobrou recolheram ainda doze cestos de pedaços.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.