Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora

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Subdestaques › 04/06/2018

Pela primeira vez, Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora hastea mastro dos Santos Juninos

O pátio principal da igreja Nossa Senhora Auxiliadora de Campinas, recebeu pela primeira vez, o hasteamento do mastro dos Santos Juninos: Santo Antônio, São João e São Pedro. O evento marcou também a abertura das festas juninas na paróquia, que no último final de semana já recebeu diversos paroquianos, que venceram o frio e se aqueceram com o calor da festa.

Para o pároco, Padre Vinicius de Paula, o levantamento do mastro dos Santos Juninos – que  ocorreu no último dia 1º de junho – representa a devoção católica a eles.

“ Este é um momento de voltar às origens na devoção popular onde o povo se sente mais próximo de Deus”, afirma.

No próximo final de semana a programação da festa junina continua. No sábado, a partir das 17 horas, os paroquianos poderão curtir o som com a banda Sambalegria, rodadas de bingo com prêmios de um  celular J5 Samsung e a rodada final com o prêmio em dinheiro de R$1.000,00.

Encerrando as festividades no domingo (10), os paroquianos poderão curtir música ao vivo a partir das 17h, com uma pausa para a missa das 19h e em seguida o tradicional bingo com muitos prêmios, além de diversas barracas com comes e bebes de comida típica do mês junino. “A canjica tem sido o maior sucesso, em todos os final de semana a equipe prepara cada vez mais e sempre acaba por volta das oito horas da noite. É um sucesso! Venham provar e curtir nossa festa, organizada com tanto carinho”, finaliza o Padre Vinicius.

 

Saiba mais sobre os Santos:

Santo Antônio

é um dos santos mais populares da Igreja Católica. Ele se chamava Fernando, nasceu em Lisboa, Portugal, filho de uma família nobre. Fez parte dos cônegos que seguiam a regra monástica de Santo Agostinho, no mosteiro de São Vicente, em Lisboa, e depois no mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra. Dedicou-se profundamente ao estudo da Bíblia e dos Padres da Igreja, adquirindo um conhecimento profundo de teologia que o tornou um grande pregador. Na cidade de Coimbra, um fato mudou sua vida, vendo as relíquias de cinco missionários franciscanos que foram martirizados no Marrocos, pediu para deixar os cônegos agostinianos e pediu para ser um frade menor de Francisco (o Santo). Adotou o nome de Antônio e partiu para o Marrocos. Lá ficou doente e tendo que regressar foi parar na Itália. Depois começou sua vida de pregação onde nos famosos Sermões que Santo Antônio realizava, falava sobre a oração que é como uma relação de amor e alegria do homem para com o Senhor.

Foi um grande pregador e muito popular, a devoção a Santo Antônio está mais relacionada com a caridade, benção dos pães e promessas para se casar. Segundo, ainda a tradição, se colocarmos um pedaço de pão atribuído à benção de Santo Antônio no meio do arroz cru, nunca faltará alimento na casa desta família. A mais conhecida delas, certamente é da promessa de casamento, que muitos acreditam que podem deixar a imagem dentro do poço ou de cabeça para baixo dentro de um armário e somente retirar ou virar a imagem quando chegar o dia do casamento

 

São João 

é venerado como o “santo das colheitas”, talvez porque sua vida tivesse um sentido mais próximo da natureza. Ele está nos cultos populares, sempre olhando para as plantações, como se cuidasse delas. Sua festa é sempre embelezada de flores e plantas.

Nas celebrações, os fiéis levam cestos de alimentos no ofertório, como agradecimento pelas colheitas terem sido boas durante o ano. É costume do povo levantar um mastro, aqui no Brasil com a figura tradicional do santo com o cordeirinho, ornamentado com espigas de milho, cachos de arroz e flores.

 

São Pedro

 

foi escolhido por Jesus Cristo para ser o responsável pela edificação de sua Igreja “Tu és Pedro e sobre ti edificarei a minha Igreja” (Mt 18:16). Pedro era pescador e possuía com alguns outros uma frota de barcos. Assim tem-se o encontro de Jesus com Pedro, quando o Mestre foi fazer uma pregação e pediu um barco para Pedro para que todos os que lá estavam pudessem ver o Senhor. Começou assim o que viria ser o sucessor de Jesus Cristo e o edificador da Igreja católica.

Sua imagem mostra Pedro com uma chave em sua mão. Os devotos atribuem a Pedro o poder de controlar o tempo, onde pedem chuva, principalmente em regiões de lavoura e pecuária, cuja importância da água é fundamental para a sobrevivência das colheitas e do gado.

Simbolicamente, por ter as chaves do céu, de onde vêm as chuvas, Pedro é invocado para resolver os problemas da seca, das chuvas excessivas, do tempo em geral.