Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora

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Festa da Sagrada Família

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  • 1ª Leitura – (Eclo 3,3-7.14-17a)
  • Salmo – Salmo 127
  • 2ª Leitura – (Cl 3,12-21)
  • Evangelho – (Lc 2,22-40)

Dentro do Tempo do Natal, mais especificamente, dentro das Oitavas de Natal, a Igreja recorda a Sagrada Família de Jesus Cristo. Este domingo é tem grau festivo primário, isto é, superior a qualquer dia não solene do ano litúrgico, incluindo os domingos. Os dias das Oitavas de Natal possuem grau festivo secundário, pois se ocorrerem em um domingo, este dia é substituído pela Festa da Sagrada Família. No dia 28/12, a Igreja celebraria a festa dos Santos Inocentes, os meninos assassinados a mando de Herodes. Por conta de ser um domingo, não é celebrada esta ocasião.

Esta festa sempre é comemorada no domingo seguinte ao Natal, exceto quando o Natal cair em um domingo ou em uma segunda-feira, pois a semana seguinte, ano novo, será dedicada à Solenidade de Theotokos. A cor litúrgica é o branco, usado no Tempo do Natal e o prefácio eucarístico rezado é o prefácio do Natal.

Esta festa é uma Festa do Senhor (como Exaltação da Santa Cruz, Apresentação de Jesus, Transfiguração de Jesus, etc), mas também é uma Festa dos Santos (São José) e uma Festa Mariana.

O Evangelho deste domingo é o da Apresentação de Jesus, quando, 40 dias depois do seu nascimento, ele é consagrado a Deus, dentro do rito judeu, e é circuncidado. A cada ano litúrgico (A,B ou C), o Evangelho é mudado.

As Oitavas de Natal prosseguem até quarta-feira, na missa matutina. No dia 31/12/2014 e no dia 01/01/2015, é celebrada a Solenidade da Santa Mãe de Deus, concluindo as Oitavas de Natal.

A Sagrada Família e Missão de Jesus

Como ser humano, Deus assumiu a plenitude da condição humana, suas limitações e experiências. Assim sendo, antes de iniciar seu ministério, a partir do Batismo de João, Jesus foi uma criança, um adolescente, até tornar-se adulto.

Após a Encarnação milagrosa e seu Nascimento, Cristo ficou completamente dependente de sua mãe e seu pai humanos. Ainda como um bebê e depois como criança. Hoje, quando vemos a tristeza de crianças abandonadas ou crianças pertencentes a famílias sem quaisquer condições materiais, podemos imaginar como teria sido a missão de Jesus sem a presença de seus pais humanos.

Alguns diriam: sendo Deus, ele poderia fazer o que quisesse.E realmente fez: assumiu a condição, assumiu uma família e apoiou-se nela para alcançar seu ministério e sua missão como Verbo Encarnado. Para nós, seres humanos, é uma honra saber que Deus quis ter uma família humana e quis viver tudo o que nós vivemos, todas as fases da vida, todas as obrigações de um filho para com seus pais.

Mais uma vez vemos Jesus nos ensinando a viver. Ao se encarnar e escolher uma família, Jesus nos ensina como viver nas nossas famílias. Nos ensina como devemos agir com nossos pais. Assim como Maria e José ensinam os pais como devem criar e tratar os filhos.

Carolina Longo Faustino – Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora

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  • 1ª Leitura – (Eclo 3,3-7.14-17a)
  • Salmo – Salmo 127
  • 2ª Leitura – (Cl 3,12-21)
  • Evangelho – (Lc 2,22-40)

1ª Leitura

3Deus honra o pai nos filhos e confirma, sobre eles, a autoridade da mãe.

4Quem honra o seu pai, alcança o perdão dos pecados; evita cometê-los e será ouvido na oração cotidiana. 5Quem respeita a sua mãe é como alguém que ajunta tesouros. 6Quem honra o seu pai, terá alegria com seus próprios filhos; e, no dia em que orar, será atendido. 7Quem respeita o seu pai, terá vida longa, e quem obedece ao pai é o consolo da sua mãe.

14Meu filho, ampara o teu pai na velhice e não lhe causes desgosto enquanto ele vive. 15Mesmo que ele esteja perdendo a lucidez, procura ser compreensivo para com ele; não o humilhes, em nenhum dos dias de sua vida: a caridade feita ao teu pai não será esquecida, 16mas servirá para reparar os teus pecados 17ae, na justiça, será para tua edificação.

Salmo

 Felizes os que temem o Senhor e trilham seus caminhos!

— Feliz és tu, se temes o Senhor/ e trilhas seus caminhos!/ Do trabalho de tuas mãos hás de viver,/ serás feliz, tudo irá bem!

— A tua esposa é uma videira bem fecunda/ no coração da tua casa;/ os teus filhos são rebentos de oliveira/ ao redor de tua mesa.

— Será assim abençoado todo homem/ que teme o Senhor./ O Senhor te abençoe de Sião,/ cada dia de tua vida.

2ª leitura

Irmãos: 12Vós sois amados por Deus, sois os seus santos eleitos. Por isso, revesti-vos de sincera misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência, 13suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente, se um tiver queixa contra o outro. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai vós também. 14Mas, sobretudo, amai-vos uns aos outros, pois o amor é o vínculo da perfeição.

15Que a paz reine em vossos corações, à qual fostes chamados como membros de um só corpo. E sede agradecidos.

16Que a palavra de Cristo, com toda a sua riqueza, habite em vós. Ensinai e admoestai-vos uns aos outros com toda a sabedoria. Do fundo dos vossos corações, cantai a Deus salmos, hinos e cânticos espirituais, em ação de graças.

17Tudo o que fizerdes, em palavras ou obras, seja feito em nome do Senhor Jesus Cristo. Por meio dele dai graças a Deus, o Pai.

18Esposas, sede solícitas para com vossos maridos, como convém, no Senhor.

19Maridos, amai vossas esposas e não sejais grosseiros com elas. 20Filhos, obedecei em tudo aos vossos pais, pois isso é bom e correto no Senhor. 21Pais, não intimideis os vossos filhos, para que eles não desanimem.

Evangelho

22Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. 23Conforme está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor”. 24Foram também oferecer o sacrifício — um par de rolas ou dois pombinhos — como está ordenado na Lei do Senhor.

25Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele 26e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor.

27Movido pelo Espírito, Simeão foi ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, 28Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: 29“Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; 30porque meu olhos viram a tua salvação, 31que preparaste diante de todos os povos: 32luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”.

33O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele.

34Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. 35Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma”.

36Havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. 37Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do Templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. 38Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém.

39Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade. 40O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele.

 

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