Destaques, Espaço valdocco › 26/04/2016

Espaço Valdocco 74 – O Adeus de Dom Bosco

Por volta da metade de 1887 Dom Bosco já apresentava grandes sinais de sua fraqueza física, embora estivesse sempre alegre, trabalhando e escrevendo, dando audiências. Teria necessidade de conforto, todavia é ele quem sempre conforta os outros.

Os jovens sempre o acolhiam com grande entusiasmo. Acompanhavam-no festivos, entre gritos de aclamação.Os maiores sempre o ajudavam a subir as escadas, até o seu quarto. Celebrava a missa em uma capela particular, sempre assistido por algum sacerdote. Falava e respirava com dificuldades.

Era uma lamparina que estava se apagando.

Em uma de suas últimas audiências, com o Bispo Salesiano, Dom Cagliero, Dom Bosco diz, angustiado, alguns conselhos que servem para todos os salesianos até os dias de hoje: “Dize a todos os salesianos que trabalhem com zelo e ardor: trabalho, trabalho. Que todos vos queirais bem como irmãos: amai-vos, ajudai-vos, suportai-vos”.

Em outro dia, ainda mais fraco e meio deitado no divã, tendo uma mesinha na frente, escreve alguns pensamentos:

“Ó Maria obtende-nos de Jesus a saúde do corpo, se for para o bem da alma, mas obtende-nos a garantia da salvação eterna”.

“Fazei cedo boas obras, porque pode faltar-vos o tempo”.

“Quem semeia boas obras, colhe bom fruto”.

No dia 31 de janeiro de 1888 Dom Bosco partia para o encontro com o Pai Celeste.

Ele foi beatificado em 1929, pelo papa Pio XI. O mesmo papa o canonizou em 1934.

Dom Bosco foi reconhecido pelo Papa João Paulo II, quando das comemorações do centenário de sua morte, como Pai e Mestre da Juventude.

Dom Bosco é considerado o padroeiro da Juventude.

ADAPTAÇÃO E LOCUÇÃO: Domingos Sávio